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Lindas Histórias!

A Ilha dos sentimentos

Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.

Pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:

- Riqueza, leve-me com você.
- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.

Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.

- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.

Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.

- Tristeza, leve-me com você.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.

Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:

- Vem Amor, eu levo você!

Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.

- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?

A Sabedoria respondeu:

- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."


Superação!

A Caneta de Deus!

A Mãe deu um pulo assim que viu o cirurgião a sair da sala de operações.
Perguntou:
- Como é que está o meu filho? Ele vai ficar bom?
- Quando é que eu posso vê-lo?
O cirurgião respondeu:
- Tenho pena. Fizémos tudo mas o seu filho não resistiu.
Sally perguntou:
- Porque razão é que as crianças pequenas tem câncer? Será que Deus não se preocupa?
- Aonde estavas Tu, Deus, quando o meu filho necessitava?…
O cirurgião perguntou:
- Quer algum tempo com o seu filho? Uma das enfermeiras irá trazê-lo dentro de alguns minutos e depois será transportado para a Universidade.
Sally pediu à enfermeira para ficar com ela enquanto se despedia do seu filho. Passou os dedos pelo cabelo ruivo do seu filho.
- Quer um cachinho dele? Perguntou a enfermeira.
Sally abanou a cabeça afirmativamente.
A enfermeira cortou o cabelo e colocou-o num saco de plástico, entregando-o a Sally.
- Foi idéia do Jimmy doar o seu corpo à Universidade porque assim talvez pudesse ajudar outra pessoa, disse Sally. No início eu disse que não, mas o Jimmy respondeu:
- Mãe, eu não vou necessitar do meu corpo depois de morrer. Talvez possa ajudar outro menino a ficar mais um dia com a sua mãe.
Ela continuou:
- O meu Jimmy tinha um coração de ouro. Estava sempre a pensar nos outros. Sempre disposto a ajudar, se pudesse.
Depois de aí ter passado a maior parte dos últimos seis meses, Sally saiu do “Hospital Children’s Mercy” pela última vez.
Colocou o saco com as coisas do seu filho no banco do carro ao lado dela.
A viagem para casa foi muito difícil.
Foi ainda mais difícil entrar na casa vazia.
Levou o saco com as coisas do Jimmy, incluindo o cabelo, para o quarto do seu filho.
Começou a colocar os carros e as outras coisas no quarto exatamente nos locais onde ele sempre os teve.
Deitou-se na cama dele, agarrou a almofada e chorou até que adormeceu.
Era quase meia-noite quando acordou e ao lado dela estava uma carta.
A carta dizia:
-Querida Mãe,
Sei que vais ter muitas saudades minhas; mas não penses que me vou esquecer de ti, ou que vou deixar de te amar só porque não estou por perto para dizer:”AMO-TE”.
Eu vou sempre amar-te cada vez mais, Mãe, por cada dia que passe.
Um dia vamos estar juntos de novo. Mas até chegar esse dia, se quiseres adotar um menino para não ficares tão sozinha, por mim está bem.
Ele pode ficar com o meu quarto e as minhas coisas para brincar. Mas se preferires uma menina, ela talvez não vá gostar das mesmas coisas que nós, rapazes, gostamos.
Vais ter que comprar bonecas e outras coisas que as  meninas gostam, tu sabes.
Não fiques triste a pensar em mim. Este lugar é mesmo fantástico!
Os avós vieram me receber assim que eu cheguei para me mostrar tudo, mas vai demorar muito tempo para eu poder ver tudo.
Os Anjos são mesmo lindos! Adoro vê-los a voar!
E sabes uma coisa?…
O Jesus não parece nada como se vê nas fotos, embora quando o vi o tenha conhecido logo.
Ele levou-me a visitar Deus!
E sabes uma coisa?…
Sentei-me no colo d’Ele e falei com Ele, como se eu fosse uma pessoa importante.. Foi quando lhe disse que queria escrever-te esta carta, para te dizer adeus e tudo mais.
Mas eu já sabia que não era permitido.
Mas sabes uma coisa Mãe?….
Deus entregou-me papel e a sua caneta pessoal para eu poder escrever-te esta carta.
Acho que Gabriel é o anjo que te vai entregar a carta.
Deus disse para eu responder a uma das perguntas que tu Lhe fizeste,
“Aonde estava Ele quando eu mais precisava?”…
Deus disse que estava no mesmo sítio, tal e qual, quando o filho dele,
Jesus, foi crucificado. Ele estava presente, tal e qual como está com todos os filhos dele.
Mãe, só tu é que consegues ver o que eu escrevi, mais ninguém.
As outras pessoas veem este papel em branco.
É mesmo maravilhoso não é!?…
Eu tenho que dar a caneta de volta a Deus para ele poder continuar a escrever no seu Livro da Vida.
Esta noite vou jantar na mesma mesa com Jesus.
Tenho a certeza que a comida vai ser boa.
Estava quase a esquecer-me: já não tenho dores, o câncer já se foi embora.
Ainda bem, porque já não podia mais e Deus também não podia ver-me assim.
Foi quando ele enviou o Anjo da Misericórdia para me vir buscar.
O anjo disse que eu era uma encomenda especial! O que dizes a isto?…
Assinado com Amor de Deus, Jesus e de Mim.

Persistência

Esta é a história de um garoto que vivia só com seu pai. Ambos tinham uma relação de amizade e respeito muito especial.

O menino pertencia à equipe de futebol americano da escola, normalmente não tinha oportunidade de jogar, ou melhor, quase nunca. Mesmo assim seu pai permanecia sempre nas grades lhe fazendo companhia.

Quando entrou no segundo grau, ele era o mais baixo da classe, mas insistia em participar da equipe de futebol do colégio. E seu pai sempre orientava e explicava que ele não tinha que jogar se não quisesse realmente.

Mas o garoto amava o futebol e não faltava em nenhum treino ou jogo. Estava decidido a dar o melhor de si e se sentia comprometido. Os colegas o chamavam de esquenta banco, porque vivia sentando como reserva...

No entanto, seu pai, com espírito lutador, sempre estava nas grades fazendo-lhe companhia, dizendo-lhe palavras de consolo e dando-lhe todo apoio que um filho podia esperar.

Quando ingressou na Universidade, tentou entrar na equipe de futebol, e todos estavam certos de que não conseguiria, mas ele conseguiu entrar na equipe.

O treinador disse-lhe que o tinha aceitado porque ele demonstrava jogar de corpo e alma em cada um dos treinos e, ao mesmo tempo, transmitia à equipe grande entusiasmo.

A notícia encheu seu coração por completo, correu ao telefone mais perto e ligou para seu pai, que compartilhou com ele a emoção.

Sempre enviava ao pai os ingressos para assistir aos jogos da Universidade. O jovem atleta era muito persistente, nunca faltou a nenhum treino ou jogo durante os 4 anos da Universidade e também nunca teve a chance de participar de nenhum jogo.

Era a final da temporada e justo alguns minutos antes de começar o primeiro jogo das eliminatórias, o treinador lhe entregou um telegrama.

O jovem leu e ficou em silêncio por alguns instantes...

Respirou fundo e, tremendo, disse ao treinador: Meu pai morreu esta manhã.

Existe algum problema se eu faltar no jogo hoje?

O treinador o abraçou e disse: Tire o resto da semana de folga, filho, e nem pense em vir no sábado.

Chegou o sábado e o jogo não estava bom...

Quando a equipe estava com dez pontos de desvantagem, o jovem entrou no vestiário, colocou o uniforme em silêncio, correu até o treinador e lhe fez um pedido, quase uma súplica:

Por favor, deixe-me jogar! Eu tenho que jogar hoje, falou com insistência.

O treinador não queria escutá-lo. Afinal, não podia deixar que seu pior jogador entrasse no final das eliminatórias.

Mas o jovem insistiu tanto que, finalmente, o treinador, sentindo pena, deixou:

Ok, filho, pode entrar, o campo é todo seu...

Minutos depois o treinador, a equipe e o público não podiam acreditar no que estavam vendo.

O pequeno desconhecido, que nunca tinha participado de nenhum jogo, estava sendo brilhante. Ninguém podia detê-lo no campo, corria facilmente como uma estrela.

Sua equipe começou a fazer pontos até empatar o jogo e, nos últimos segundos, o rapaz interceptou um passe e correu por todo o campo até fazer o último ponto... E graças a ele a sua equipe foi vencedora.

As pessoas que estavam nas grades gritavam emocionadas e ele foi carregado por todo o campo.



O Giz e o Professor

“Disse o néscio (tolo) em seu coração: Não há Deus.” Salmo 53.1

Durante a história deste mundo algumas pessoas desafiaram o Deus Vivo e Verdadeiro e tentavam negar a sua existência
Deus só não existe para aqueles que não têm fé nEle, pois ELE não se impõe.
Esta é uma história verdadeira que aconteceu há alguns anos,
Na Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos.
Havia um professor de filosofia que era um ateu convicto.
Sua meta principal era usar um semestre inteiro

para provar que DEUS não existe.Ele era muito áspero e nervoso.
Os estudantes sempre tinham medo de perguntar alguma coisa
pois além de debochar dos alunos ele tinha uma lógica impecável.
Por 20 anos ensinou e mostrou sua descrença em Deus
e dizia que jamais haveria alguém para vencê-lo
e ninguém ousava contrariá-lo,

embora, às vezes surgisse alguém que tentasse, nunca o venciam.
No último dia de aula, no final do semestre,

ele sempre fazia a mesma pergunta à sua classe de 100 alunos:
- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus,  que fique de pé!


Nestes 20 anos ninguém ousou levantar-se.
Todos sabiam o que o professor faria em seguida, perguntaria:
- Qualquer um que acredita em Deus é um tolo!
Se Deus existe impediria que este giz se quebrasse ao cair ao chão.
Esta simples questão provaria que Ele existe,
mas, este SER CHAMADO DE DEUS,  não pode fazer isso!
E todo o ano soltava o giz,

que caia ao chão partindo-se em pedaços.
E todos os estudantes apenas ficavam quietos, vendo a demonstração.
A maioria dos alunos já começava a duvidar da existência de Deus.
 Certamente, havia alguns cristãos mas,
todos tiveram muito medo de ficar de pé.
Então aconteceu um fato que marcaria aquela escola para sempre.
Um jovem cristão veio de outro colégio transferido para aquela escola.

Ele tinha ouvido sobre a fama daquele professor.
O jovem tinha muita fé em Deus, mas estava receoso.
Por 3 meses daquele semestre orou todas as manhãs,
pedindo que tivesse coragem de se levantar,
não importando o que o professor dissesse ou o que a classe pensasse.
Nada do que dissessem abalaria sua fé.
Este era o seu pedido de oração a Deus:

“Coragem para ficar de pé e mostrar a todos a sua fé no Senhor.”

Finalmente o último dia de aula do semestre chegou.
O professor disse:
“- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!”
O professor e os 100 alunos viram, atônitos, o rapaz (o novo aluno)
 levantar-se no fundo da sala.
(O professor gritou com ironia:)
“- Você é um TOLO!!!

Se o seu Deus existe impedirá que este giz caia ao chão e se quebre!”
E, sarcasticamente, sorrindo com malícia, começou a erguer o braço.

Inesperadamente o giz escorregou entre seus dedos, deslizou pela camisa,
(um grande jaleco) e correu sobre o sapato

e ao tocar no chão simplesmente rolou,  sem se quebrar.
O queixo do professor caiu enquanto seu olhar, assustado, seguia o giz.
Quando o giz parou de rolar levantou a cabeça…

encarou o jovem e… saiu apressadamente da sala.
O rapaz caminhou firmemente para  frente de seus colegas e,
por meia hora, compartilhou com todos,
a sua fé em Jesus e seu período de oração.
Os estudantes ouviram, silenciosa e atentamente,
sobre o amor de Deus por todos e sobre seu poder através de Jesus.

Pegadas na Areia!


Uma noite eu tive um sonho.
Sonhei que estava andando na praia com o Senhor
e através do Céu, passavam cenas da minha vida.

Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados
dois pares de pegadas na areia;
Um era meu e o outro do Senhor.

Quando a última cena da minha vida passou
Diante de nós, olhei para trás, para as pegadas
Na areia e notei que muitas vezes, no caminho da
Minha vida havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também, que isso aconteceu nos momentos
Mais difíceis e angustiosos do meu viver.

Isso entristeceu-me deveras, e perguntei
Então ao Senhor.
"- Senhor, Tu me disseste que, uma vez
que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre
comigo, todo o caminho mas, notei que
durante as maiores atribulações do meu viver
havia na areia dos caminhos da vida,
apenas um par de pegadas.
 Não compreendo
porque nas horas que mais necessitava de Ti,
Tu me deixastes."
O Senhor me respondeu:
"- Meu precioso filho. Eu te amo e
jamais te deixaria nas horas da tua prova
e do teu sofrimento.

Quando vistes na areia, apenas um par
de pegadas, foi exactamente aí que EU,
nos braços...Te carreguei."


Eu pedi a Deus

Eu pedi a Deus que tirasse meu orgulho.
E Deus disse não!
Não Lhe cabia tirá-lo, mas a mim deixá-lo...

Eu pedi a Deus que me desse paciência.
E Deus disse não!
Ele disse que a paciência nasce das atribulações;
Ela não é concedida, é merecida...

Eu pedi a Deus que me concedesse felicidade.
E Deus disse não!
Ele disse que me daria Suas bênçãos;
A felicidade viria de mim mesmo...

Eu pedi a Deus que me poupasse do sofrimento.
E Deus disse não!
Ele disse que a dor afasta-me das ilusões da vida
e leva-me para mais perto d’Ele...

Eu pedi a Deus que me fizesse crescer minha vida espiritual.
E Deus disse não!
Ele me disse que eu deveria crescer sozinho,
mas Ele vai podar-me como um ramo, para que produza frutos...

Eu perguntei a Deus se Ele me ama.
E Deus disse sim!
Ele deu-me Seu Único Filho, que morreu por mim
E quer-me um dia no céu, pela minha Fé...

Então, pedi a Deus que me ajudasse
a amar os outros como Ele me ama.
E Deus disse:
"Finalmente compreendeste!"


Eu estou agradecido...

Autor: desconhecido

Pelo jovem que reclama por ter de lavar a loiça, porque isso significa que ele está em casa e não vagueando pelas ruas.
Pelos impostos que eu pago porque isso significa que eu tenho emprego.
 Pela confusão que eu tenho de limpar após uma festa, porque isso significa que eu estive rodeado de amigos...
 Pelas roupas que me estão um pouco apertadas, porque isso significa que eu tenho alimentos para comer.
 Pela minha sombra que me segue, porque isso significa que eu ando ao Sol.

 Pela relva que necessita ser aparada, pela janela que necessita ser  lavada pelas paredes que necessitam ser pintadas, pela lâmpada que precisa ser trocada, porque isso significa que eu tenho casa..
 Por todas as críticas que eu oiço ao Governo porque isso significa que eu tenho liberdade de expressão.
Pelo lugar para estacionar que eu encontro ao fundo do parque de estacionamento porque isso significa que eu posso andar e que tenho a sorte de ter um meio de transporte....

Pela minha enorme conta de energia por causa do aquecimento, porque  isso significa que eu vivo quentinho...
Pela Senhora que desafinadamente canta atrás de mim na Igreja, porque  isso, significa que eu posso ouvir...
Pela quantidade de roupa que eu tenho para lavar e passar a ferro, porque isso significa que eu tenho roupa para vestir...
Pelo cansaço e os músculos doridos que eu sinto ao final do dia porque isso significa que eu tenho saúde para trabalhar em pleno....

 Pelo despertador que toca às primeiras horas da manhã, porque isso quer dizer eu estou VIVO...
E Finalmente...
Pela enorme quantidade de E-mails que eu recebo diariamente , o que quer dizer que eu tenho amigos que pensam em mim

Tenham um ótimo dia...

Os Batráquios nas nossas Vidas!

Autor: desconhecido

Era uma vez uma corrida.... de sapinhos!
O objectivo era atingir o alto de uma grande torre.
Havia no local uma multidão assistindo.
Muita gente para vibrar e torcer por eles.
Começou a competição.
Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era:
     - "Que pena!!! esses sapinhos não vão conseguir...não vão conseguir..."
E os sapinhos começaram a desistir. Mas havia um que persistia e continuava a subida em busca do topo...
A multidão continuava gritando: "...que pena!!! vocês não vão conseguir!..."
E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um... menos aquele sapinho que continuava tranquilo... embora cada vez mais ofegante.
Já ao final da competição, todos desistiram, menos ele...
A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido...
E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, aí  sim conseguiram descobrir...que ele era surdo!

Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas, derrubem as melhores e mais sábias esperanças de nosso coração!
Lembre-se sempre:
Há poder em nossas palavras e em tudo o que pensamos...
Portanto, procure sempre ser POSITIVO!

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